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Publicado por ebm, em 27.10.08 às 00:12

Embora não seja oficial, o conceito do designer Tai Chiem prima pela originalidade.

 

Na sua perspectiva, a nova versão da PSP deverá justificar verdadeiramente o seu nome, ao atingir o limite da portabilidade.

 

A PlayStation Portable 2, segundo o designer, terá um ecrã OLED flexível que se enrola à volta da estrutura principal da consola. Esta consistirá num simples tubo negro com um altifalante em cada lado, tendo numa ponta um botão destinado a controlar a câmara fotográfica. O tubo englobará ainda dois joysticks e alimentará o ecrã inovador através de uma carga eléctrica.

 

Mas porque uma imagem vale mais do que mil palavras, aqui fica o trabalho de Tai Chiem:

 

 

 

 

 


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Publicado por ebm, em 26.10.08 às 13:05

N'Os Contemporâneos da passada quinta-feira, dia 23 de Outubro, foi transmitida uma série de sketches que satirizava o conceito principal das novelas da TVI.

 

No meu entender, a crítica foi muito bem feita e acabou por resultar muito bem, tendo mais uma vez sido provada a riqueza e a qualidade do elenco deste programa da RTP.

 

Destaco uma das frases proferidas por Bruno Nogueira pelo facto de a compreender melhor do que nunca, uma vez que já estou familiarizado com o quotidiano lisboeta e, assim, acabo por contactar com a situação não raras vezes:

 

As cenas das telenovelas da TVI são como os autocarros da Carris: só arrancam quando estão completamente a abarrotar.

 

Aqui ficam os vídeos: 

 

 

 


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Publicado por ebm, em 25.10.08 às 00:47

E se, no futuro, fosse apenas necessário piscar um olho para tirar uma fotografia? Eis a proposta do designer Mac Funamizu:

 

 

 


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Publicado por ebm, em 22.10.08 às 22:01

Lançado este mês, o novo anúncio publicitário da Sony BRAVIA voltou a impressionar.

 

Desta vez, foi filmado na Índia, denomina-se Domino City e consiste na queda sequencial de vários dominós ao longo de um grande percurso, não faltando a diversidade cromática que está inerente a todos os anúncios da marca e que justifica o já famoso slogan color like no other.

 

O vídeo pode ser visto de seguida:

 


Sony Bravia "Domino City" from Film Construction on Vimeo.
Sinto-me/Estou: Maravilhado

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Publicado por ebm, em 19.10.08 às 01:21

Embora já o soubesse antes de acontecer, nunca esperei que fosse tão rápido. Para quem vem de uma pequena cidade para a metrópole, o fenómeno surge sempre como inesperado.

 

Falo, claro está, da quantidade de gente conhecida dos meios de comunicação social (e não só) que se vê em Lisboa de forma quase permanente. A situação é de tal forma persistente que se tornou para mim imperativo criar um registo dessas observações, talvez por eu lhes dar alguma importância, ou tão-somente para mais tarde recordar.

 

Assim sendo, decidi elaborar uma lista onde irei registando os nomes das personalidades que, de alguma forma, reconheço e com as quais tive oportunidade de me cruzar na rua desde o momento em que vim viver para Lisboa. A lista deverá ser, sempre que possível e se justifique, actualizada por mim, e é a seguinte (os nomes encontram-se por ordem alfabética):

 

 

Ana Galvão
Bárbara Guimarães
Bruno Nogueira
Carla Salgueiro
Carmona Rodrigues
César Mourão
Diana Nicolau
Diogo Conceição
Elsa Raposo
João Baião
João Kléber
José Alberto Carvalho
Manuela Maria
Maria Botelho-Moniz
Maria Helena
Maria Henrique
Mário Lino
Nuno Lopes
Nuno Markl
Nuno Pinto
Rui Pereira
Rute Marques
Simara
Teresa Paiva
Vieira da Silva

 

P.S.: Alguns dos nomes anotados resultaram de trabalho de pesquisa, pois nem sempre conheço os nomes por detrás das pessoas.

 

Última Actualização: 30/12/08

Sinto-me/Estou: Atento

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Publicado por ebm, em 13.10.08 às 23:47

Foi ontem transmitido, no programa dos Gato Fedorento, um sketch onde foi encenada a participação do Primeiro-Ministro José Sócrates n'O Momento da Verdade.

 

Ricardo Araújo Pereira voltou a mostrar porque é um brilhante humorista, surpreendendo tudo e todos com a sua excelente capacidade de imitação ridicularizada de personagens conhecidas dos portugueses.

 

Relativamente à paródia feita ao mesmo programa mas n'Os Contemporâneos, esta última distinguiu-se por fazer uso de mais e melhores recursos, nomeadamente com a utilização do próprio estúdio do programa O Momento da Verdade e com a participação da sua apresentadora verdadeira, Teresa Guilherme.

 

Este sketch foi, para mim, aquele que mais se destacou no Zé Carlos de ontem, e pode ser visto de seguida: 

 


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Publicado por ebm, em 11.10.08 às 14:55

Na passada quinta-feira, foi transmitido, n'Os Contemporâneos, um sketch que satirizou o programa O Momento da Verdade, da SIC.

 

A meu ver, este foi o melhor sketch da noite e, possivelmente, uma das melhores sátiras alguma vez feitas pelo grupo de humoristas responsável por este programa da RTP.

 

Desde a brilhante imitação de Teresa Guilherme levada a cabo pelo actor Manuel Marques, até à caracterização das restantes personagens, o sketch foi todo ele, a meu ver, digno de destaque.

 

Para quem não o viu ou para quem o quer rever, cá está ele:

 

 


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Publicado por ebm, em 06.10.08 às 23:12

Estreou ontem, na SIC, o novo programa dos Gato Fedorento. Denomina-se Zé Carlos e, pelo que tive oportunidade de ver, não foge muito àquilo a que este fantástico quarteto humorístico nos habituou.

 

No entanto, devo dizer que estava à espera de melhores sketches no primeiro programa. Alguns foram bastante engraçados, mas estava à espera de uma qualidade superior (talvez não devesse ter colocado a fasquia num patamar tão elevado).

 

Ainda assim, houve um vídeo que, a meu ver, se destacou dos demais. Falo, obviamente, do vídeo relativo ao fenómeno do Carjaquim que pode ser visto em baixo.

 


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Publicado por ebm, em 06.10.08 às 20:51

Venho falar agora de um tema que me ocupou o pensamento durante grande parte das férias de Verão.

 

É um facto que, neste momento, Medicina é dos cursos que mais garantias oferece quanto à empregabilidade e quanto a uma remuneração futura suficiente para assegurar uma boa qualidade de vida. Face a estas características, criou-se, na sociedade actual, o estigma de que os bons alunos têm de ingressar, quase obrigatoriamente, no curso de Medicina.

 

Devido aos meus bons resultados académicos, também eu fui alvo desta pressão. Durante as semanas que antecederam a minha candidatura ao ensino superior, muitas foram as tentativas de persuasão. Apontavam-me a garantia de um bom futuro, dando menos importância a quaisquer outros pontos que pudessem entrar na ponderação do curso a seguir.

 

A investida foi de tal forma intensa que acabei por ceder parcialmente. Duvidei da minha escolha (Engenharia Biomédica), abstraí-me de qualquer pressão e tentei pensar por mim. Comecei do zero, como se ainda não soubesse que curso escolher, e voltei a pesquisar todas as informações que iriam auxiliar a minha decisão. Muitos foram os pesos que coloquei nos pratos da balança, mas os meus gostos e convicções pessoais acabaram por fazer pender a balança para o lado da escolha inicial.

 

Antes de ter ponderado tudo de novo, senti-me confuso, sem saber o que fazer. Por um lado, queria seguir aquele curso que me iria realizar pessoalmente. Por outro, não queria desiludir aqueles que me rodeiam, e também não tinha ficado alheio às garantias futuras.

 

No entanto, por vezes é preciso ter sangue frio para tomar certas decisões importantes. Agora que já estou integrado no meu curso, sei que fiz a escolha certa. Não sei como será o futuro, mas tudo indica que não me irá penalizar.

 

Isto tudo para concluir que, por maiores que sejam as pressões, a escolha certa é, na maior parte dos casos, aquela que é feita por nós e não pelos outros, uma vez que, para a termos feito, muito raciocínio mental teve de ser levado a cabo e muitos factores foram tidos em conta. Ainda assim, nunca é de descurar a opinião dos outros, uma vez que esta nos leva a reflectir e a tomar decisões baseadas num maior número de parâmetros.

 

Também pretendo transmitir a ideia de que um bom aluno não tem de seguir, obrigatoriamente, o curso de Medicina. No entanto, é certo e sabido que a maior parte o faz, quer por gostos pessoais, quer pelo elitismo que a sociedade portuguesa criou à sua volta.

 

Quanto aos primeiros, não tenho nada contra, uma vez que acabam por seguir o curso dos seus sonhos e, assim, mais facilmente terão sucesso e melhor se sentirão consigo próprios.

 

Já os segundos encontram-se numa situação diferente. Esses indivíduos deixam-se levar por pressões externas que mais tarde se irão revelar elos fundamentais na destruição de uma felicidade genuína em detrimento de um futuro garantido e de uma boa qualidade de vida, acabando a sua escolha por não ser a certeira (é claro que, como em tudo na vida, existem excepções).

 

Muitos podem perguntar se eu teria média suficiente para ingressar em Medicina e, desta forma, se era legítimo considerar todas as possibilidades na escolha do curso no qual iria ingressar. A verdade é que na altura da candidatura pensava que sim, e como tal resolvi colocar Medicina nas minhas terceira e quarta opções de candidatura, apenas para satisfazer a vontade daqueles que gostavam que eu tivesse colocado esse curso como primeira opção.

 

Divulgadas as colocações, fiquei feliz por saber que, se tivesse colocado Medicina em primeiro lugar, teria entrado (tanto em Lisboa como no Porto). No fundo, teria entrado em qualquer curso que tivesse colocado em primeira opção, uma vez que a minha média de candidatura assim o permitia.

 

Apesar disso, o que me fez verdadeiramente feliz foi saber que tinha ficado colocado no curso que colocara em primeira opção: Engenharia Biomédica no IST.


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